Espero não ser processado pela Caixa Federal por usar o seu 'slogan'. rsrsrsrs
Me animei bastante com a postagem do amigo Gabai. Voltei no tempo e relembrei coisas espetaculares da vida. Infelizmente vieram lembranças bastante ruins, mas eu passo por cima dessas últimas. Vou relembrar só o que era bom!
Acredito que todos têm uma lembrança boa, por menor que seja, de sua infância, adolescência ou mesmo idade adulta que tenha marcado e muito a sua vida. Um passeio, uma viagem, uma reunião em família, jogos e brincadeiras com grupo de amigos, uma coleção de carrinhos ou bonecas (as mulheres também têm direitos iguais), enfim, uma lembrança de tempos antigos quando se era muito feliz!
Você também não curte relebrar os bons tempos? Então venha compartilhar com todos os 'fanzines' a sua história! Basta nos enviar por e-mail (rvnbel@gmail.com) a sua história e nós a publicaremos. Não se incomode com a formatação! Deixe isso por nossa conta! Contamos com você!
RECORDAR É VIVER!
Fanzine Ponto Afinal
Um fanzine que fala sobre tudo e fala tudo, não esconde nada!
sábado, 8 de janeiro de 2011
ANO NOVO RELEMBRANDO COISAS VELHAS!
Nesse começo de ano me lembrei de certas coisas que fazia quando era jovem. Lá pelos idos da década de 1960.
A tecnologia daquela época era bem primitiva se comparada aos dias de hoje, apesar de estar avançando bem rápido. Então, os nossos brinquedos eram bem simples e muitas vezes feitos por nós mesmos. Fazíamos carrinhos com latas de óleo vazias ou jogávamos pião nas calçadas das ruas com os seus paralelepípedos na pista central. O bonde passava bem na porta da minha casa na Rua São Domingos, na Bela Vista. Era dia de festa quando a minha mãe resolvia que íamos ao centro da cidade fazer compras. Eu adorava andar de bonde.
Descíamos na Praça da Sé e caminhávamos até a Rua Direita, José Bonifácio, Rua São Bento.... Nunca havia ouvido falar em assalto ou roubo aos transeuntes da cidade. Era tudo muito calmo e as pessoas se respeitavam. Claro que tinham os militares para nos podar de qualquer coisa que falássemos e que fosse mal interpretada. Muitos amigos se deram mal!
Minha mãe nos levava a fazer compras nas Lojas Isnard, na Riachuelo e no Mappin, saudosa loja que nos seus primórdios foi uma casa de chá para os grão-finos do Século 19 e início do 20. Depois se tornou uma grande loja de departamentos e fazia a alegria do paulistano com os seus carnês de longuíssimos prazos. Mas a sua morte foi decretada pelo incompetente Ricardo Mansur, seu último dono, na década de 1990, após 86 anos de vida.
E o tempo foi passando e tudo o que temos agora são lembranças, algumas boas outras ruins, mas nada comparado ao ruim de hoje.
Bem, vou ficando por aqui, pelo menos por hora. Agradeço a oportunidade de escrever em um blog do grande amigo Romeu, pessoa que muito estimo pelo seu caráter e enorme coração. Obrigado a todos os que leram um segundo da minha vida. Dêem as suas opinões, elas serão muito bem vindas.
Até outro dia!
José Mauro Gabai, paulistano do bairro do Bexiga com 63 anos bem vividos e com saudades dos bons tempos que nunca mais voltarão!
A tecnologia daquela época era bem primitiva se comparada aos dias de hoje, apesar de estar avançando bem rápido. Então, os nossos brinquedos eram bem simples e muitas vezes feitos por nós mesmos. Fazíamos carrinhos com latas de óleo vazias ou jogávamos pião nas calçadas das ruas com os seus paralelepípedos na pista central. O bonde passava bem na porta da minha casa na Rua São Domingos, na Bela Vista. Era dia de festa quando a minha mãe resolvia que íamos ao centro da cidade fazer compras. Eu adorava andar de bonde.
Descíamos na Praça da Sé e caminhávamos até a Rua Direita, José Bonifácio, Rua São Bento.... Nunca havia ouvido falar em assalto ou roubo aos transeuntes da cidade. Era tudo muito calmo e as pessoas se respeitavam. Claro que tinham os militares para nos podar de qualquer coisa que falássemos e que fosse mal interpretada. Muitos amigos se deram mal!
Minha mãe nos levava a fazer compras nas Lojas Isnard, na Riachuelo e no Mappin, saudosa loja que nos seus primórdios foi uma casa de chá para os grão-finos do Século 19 e início do 20. Depois se tornou uma grande loja de departamentos e fazia a alegria do paulistano com os seus carnês de longuíssimos prazos. Mas a sua morte foi decretada pelo incompetente Ricardo Mansur, seu último dono, na década de 1990, após 86 anos de vida.
E o tempo foi passando e tudo o que temos agora são lembranças, algumas boas outras ruins, mas nada comparado ao ruim de hoje.
Bem, vou ficando por aqui, pelo menos por hora. Agradeço a oportunidade de escrever em um blog do grande amigo Romeu, pessoa que muito estimo pelo seu caráter e enorme coração. Obrigado a todos os que leram um segundo da minha vida. Dêem as suas opinões, elas serão muito bem vindas.
Até outro dia!
José Mauro Gabai, paulistano do bairro do Bexiga com 63 anos bem vividos e com saudades dos bons tempos que nunca mais voltarão!
domingo, 12 de setembro de 2010
Vernissage do Fanzine Ponto Afinal
Evidentemente que não deveríamos chamar de 'vernissage' a estréia de um blog já que vernissage se refere a uma estréia de exposição de artes.
Mas se pararmos para analisar com cuidado, veremos que tem algo a ver sim, já que vamos falar de artes também. Você com certeza já ouviu a expressão "Tá fazendo arte, né Zezinho?" ou algo do gênero. Bem, aqui também iremos mostrar esse tipo de "arte" bem como os tipos mais sérios dela.
Por ser um fanzine, ele é voltado aos fãs de alguma coisa, seja lá o que for. Afinal iremos falar sobre todos os assuntos tratados neste planeta. Desde receita de chá mate até a chegada do homem em Saturno. É um fanzine, Ponto Afinal.
Para quem viveu os memoráveis anos 50/60/70 se lembra muito bem dos fanzines da época. Impressos, é claro, pois não existia Internet ainda. Eu mesmo tive alguns. Eu usava o mimeógrafo de um tio para imprimi-los. E o papel era dele, também, bem como o álcool e o estêncil. Lembro-me que no meu primeiro fanzine, na década de 60/70, o tema era os carrinhos da Matchbox ("caixa de fósforo"), aos quais eu era fissurado.
Chamei os amigos, cada um com uma habilidade, e escrevíamos o fanzine, alguns faziam os desenhos, outros eram os repórteres que iam entrevistar outras pessoas. Era uma época legal, tínhamos criatividade e nossas diversões eram saudáveis e inocentes. Claro que existiam os 'do contra', a 'turma do barulho' que não eram tão pacíficos assim, mas fazia parte de um contexto menos violento e mais respeitoso do que os dias de hoje.
Diante do saudosismo, eu resolvi fazer esse laboratório e experimentar editar um fanzine eletrônico de assuntos gerais. Afinal, hoje os assuntos que nos interessam são outros, mais sérios (na nossa parca visão materialista) e importantes. Mas nada pode nos impedir de relembrar o passado e escrever algo que queiramos. A regra é única: RESPEITO! Apenas e tão somente isso. Vou abrir espaço para quem quiser escrever sobre o assunto que imaginar, apenas seguindo a única regra.
Está aberta a temporada do FANZINE PONTO AFINAL!
Mas se pararmos para analisar com cuidado, veremos que tem algo a ver sim, já que vamos falar de artes também. Você com certeza já ouviu a expressão "Tá fazendo arte, né Zezinho?" ou algo do gênero. Bem, aqui também iremos mostrar esse tipo de "arte" bem como os tipos mais sérios dela.
Por ser um fanzine, ele é voltado aos fãs de alguma coisa, seja lá o que for. Afinal iremos falar sobre todos os assuntos tratados neste planeta. Desde receita de chá mate até a chegada do homem em Saturno. É um fanzine, Ponto Afinal.
Para quem viveu os memoráveis anos 50/60/70 se lembra muito bem dos fanzines da época. Impressos, é claro, pois não existia Internet ainda. Eu mesmo tive alguns. Eu usava o mimeógrafo de um tio para imprimi-los. E o papel era dele, também, bem como o álcool e o estêncil. Lembro-me que no meu primeiro fanzine, na década de 60/70, o tema era os carrinhos da Matchbox ("caixa de fósforo"), aos quais eu era fissurado.
Chamei os amigos, cada um com uma habilidade, e escrevíamos o fanzine, alguns faziam os desenhos, outros eram os repórteres que iam entrevistar outras pessoas. Era uma época legal, tínhamos criatividade e nossas diversões eram saudáveis e inocentes. Claro que existiam os 'do contra', a 'turma do barulho' que não eram tão pacíficos assim, mas fazia parte de um contexto menos violento e mais respeitoso do que os dias de hoje.
Diante do saudosismo, eu resolvi fazer esse laboratório e experimentar editar um fanzine eletrônico de assuntos gerais. Afinal, hoje os assuntos que nos interessam são outros, mais sérios (na nossa parca visão materialista) e importantes. Mas nada pode nos impedir de relembrar o passado e escrever algo que queiramos. A regra é única: RESPEITO! Apenas e tão somente isso. Vou abrir espaço para quem quiser escrever sobre o assunto que imaginar, apenas seguindo a única regra.
Está aberta a temporada do FANZINE PONTO AFINAL!
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